Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
domingo, 17 de julho de 2011
terça-feira, 25 de maio de 2010
Vinhos,Rosas e Mulheres.
Mulheres sempre esperam mais
quando sabem que vão receber de menos
Inegável.
(...)
Se eu tivesse deixado murchar todas as rosas
Teria visto que preteri um ramalhate
quando podia ter todo o roseiral.
( descompasso)
De passo em passo
Retomo o ritmo.
Neste baile da vida sempre se pode mudar o tom.
Apesar de perder o cavalheiro...
Não nos culpemos mulheres...Erga-se e brinde: vai-se o vinho, permanece a taça !
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Kynismós
Ando transgredindo o que acredito
por dois tostões do que sinto
Num valsar de sonhos e indulgências
que estipulo para minha própria seita e cabeça:
-Ando torpemente.
De mal em mal, a Natureza me reinventa
e construirá com teias uma carapaça para meu corpo
À prova de cinismo e catástrofes humanamente forjadas:
- Reclusa no meu pseudotorpor para ver se vivo melhormente camuflada nesta terra de breus.
La vie in blanc.
Meus gritos rompem as correntes.
E com as unhas,desprendo as raízes de minha carne enquanto a seiva sanguinolenta se alastra pelos campos extintos do meu coração...
...
...
...
...
....
E mergulho em qualquer parte da Essência.
segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Que Venha!
O ano passou
E nós ainda restamos
Entre lutas e alegrias
Marchas e derrotas
O ano passou...
Mas ainda restamos
O pó que se eleva do chão nos atingi mas não nos detem.
O vento não nos detem
As adversidades não nos detem
Os desafios não nos detem
O medo nos paralisa
Nos imobiliza
Então que ele se vá com o ano que se retira
Deixando o caminho aberto para o que virá
Ah e muita coisa estar por vir
O ano passou
Mas nós não passamos!
Que venha o novo!
A Noite Velha ficará para trás.
Nós não!
Aguardamos os amanheceres que virão.
E eles virão.
Que venham!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Transições
Transito dentro mim
Nesse tráfego de sonhos e desejos
Passo por entre as gentes
Essa gente que me olha sem me ver
Só, o corpo desliza por entre o espaço
Vento, poeira, sons, desabores, rumos, cheiros, amores...
Nos corredores dessa vida
Avenida de meus anseios
Ando descalça para sentir o ritmo das ruas
E não voltar para Casa, vazia desta viagem
Que a Vida me chamou há umas duas décadas atrás.
Triste não é ser mais um na multidão
Mas não ter uma Multidão para mostrar o A Mais.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Agora

O Agora me importa muito
O Amanhã não me interessa
O Passado não me alcança, apenas a sua lembrança
O Agora me importa e muito
Agora posso ser eu
Agora posso sonhar
Agora posso mudar o curso da minha vida
Ontem já foi , seguiu seu rumo natural como todos os ontens fazem
e Amanhã, bom o Amanhã não existe.
Eu existo.
O Agora existe
O Ontem é o Agora que um dia existiu
E o Amanhã, nunca será mais que um símbolo da nossa esperança projetada ao acaso.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Revivendo
meus medos, anseios e amores
Esqueço o que fui e já fiz
Deixo o fardo do passado longe de mim
Lanço ao solo as histórias que vivi
As que queria viver
E as que nunca viverei.
Pra tomar a minha verdadeira forma
Novos moldes, sabores e linhas.
Me reinventar deste nada pós-tudo
Me refazer deste caos tranquilo
E dali tirar matéria prima para refazer-me.
Renascer dos escombros da voraz felicidade
para as padrarias do vulcão.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Entre a Pena e o Papel: Eu

Entre a pena e o papel
Há uma alma que sofre
Que espreme sua vida
Em linhas frágeis e deletaveis
Nestes traços chamados letras
Aprisiono um pedaço de mim
E esse pedaço do meu eu
Viverá um pouco mais
Do que quem as escreveu.
Talvez nem isso aconteça
E as tíbias letras
Em pouco desapareça
Assim como a mão
Que as concebeu.
Mas se for merecedora
De eternizar algo meu
Ao cair a cortina
Deixo duas sentenças:
Amou e viveu!
Há uma alma que sofre
Que espreme sua vida
Em linhas frágeis e deletaveis
Nestes traços chamados letras
Aprisiono um pedaço de mim
E esse pedaço do meu eu
Viverá um pouco mais
Do que quem as escreveu.
Talvez nem isso aconteça
E as tíbias letras
Em pouco desapareça
Assim como a mão
Que as concebeu.
Mas se for merecedora
De eternizar algo meu
Ao cair a cortina
Deixo duas sentenças:
Amou e viveu!
Assinar:
Postagens (Atom)





